O mal do século: problemas de memória e concentração


Quantas vezes você planejou seu dia de um jeito e acabou atrasando alguma coisa por distração? Ou perdeu uma conversa no happy hour com os amigos porque estava prestando atenção em outra mesa?


Situações assim são comuns nos dias atuais, porém, não deveriam.


Em algum momento, todos já tivemos dificuldade para memorizar um pedido do chefe ou mesmo de compreender o sentido de um determinado texto no trabalho ou faculdade. Entretanto, até que ponto problemas como esses são motivados apenas por desatenção casual, falta de conhecimentos específicos ou simplesmente por causa da agitação de um dia repleto de atividades?


A capacidade de prestar atenção depende diretamente do funcionamento adequado e integrado de diversas áreas cerebrais. O cérebro está constantemente sujeito a um bombardeio de informações.


O fato é que a quantidade de informação que o cérebro recebe é muito superior à sua capacidade de lidar com ela, ou seja, de processá-la. Alguns especialistas estimam que o cérebro receba cerca de 40 bilhões de bits de informação por segundo, sabendo que sua capacidade é limitada até 2 bilhões, sendo assim, é fácil concluir pela necessidade de filtrar ou bloquear parte destas informações.


O alerta dos especialistas


O tempo necessário para a formação de memórias duradouras é variável, mas leva algo em torno de 2 a 6 horas após a aquisição de cada lembrança, o que se convencionou chamar de memória de curta duração. Essa não é uma etapa da memória de longa duração, mas sim um processo independente e simultâneo que garante a manutenção da informação até que ocorra seu armazenamento definitivo, destaca Erick Kandel, professor do Departamento de Neurociência da Universidade de Columbia e ganhador do Prêmio Nobel de Medicina em 2000 por desvendar o mecanismo de funcionamento da memória.


Segundo o neurocientista americano, “a memória de curta duração envolve alterações bioquímicas na função sináptica em resposta à liberação de mensageiros secundários que sinalizam, dentre outras vias, o ciclo de AMP quinase. Já a memória de longa duração envolve mudanças anatômicas que são medidas pelo fator de transcrição CREB, o que leva mais tempo e resulta em um maior número de conexões sinápticas”.


Alguns fatores que podem interferir e inclusive cancelar o processo do registro já iniciado, como traumatismos cranianos, drogas e até mesmo a ocorrência de outras memórias. A memória de longa duração também parece sofrer modulação pelo estado de ânimo, pelas emoções e pela ansiedade, especialmente quando estamos falando de memórias declarativas, ou seja, aquelas referentes a episódios que vivenciamos ou a conhecimentos adquiridos semanticamente – memórias de procedimento parecem não sofrer influência dessas variáveis.


O declínio da memória nos idosos é provavelmente resultante de uma interferência na fisiologia das sinapses e não de uma perda neuronal, afirma Roberto Lent, professor do Departamento de Anatomia da Universidade Federal do Rio de Janeiro e autor do livro Cem bilhões de neurônios? (2010). “Com o envelhecimento, ocorre aumento na produção de pequenas moléculas tóxicas relacionadas ao beta-amiloide, especialmente nas regiões do córtex pré-frontal e hipocampo, onde funciona a memória de curta duração”, esclarece. Por isso, os idosos geralmente apresentam maior dificuldade em lembrar das memórias recentes do que aquelas mais antigas, como as da infância.


Jovens também podem sofrer de falhas da memória, mas torna-se importante ressaltar as diferentes causas desse acontecimento. O famoso “branco”, por exemplo, seria resultado da influência das emoções (no caso, o estresse de uma prova, por exemplo) sobre nossa capacidade de evocar uma memória específica. Outra situação recorrente é a sensação, após um estudo prolongado, de que “não cabe mais nada em nossa cabeça”. O aumento da função sináptica relacionada a uma dada memória pode ser saturado e impedir a formação consecutiva de outra memória por algum comprometimento temporário do hipocampo.


Mais recentemente, as falhas no processo de concretizar a memória em jovens passaram a ser associadas à falta de concentração durante a leitura de um texto digital. A explicação seria de que o excesso de informações e estímulos da internet estaria produzindo um usuário multitarefa, e portanto, menos concentrado, o que acabaria por prejudicar a memorização da informação. Kandel ressalta, contudo, que essa hipótese é especulativa. “A internet pode causar o enfraquecimento de um tipo de memória, mas promover o ganho de outra. A única coisa certa nisso tudo é que se queremos nos lembrar realmente de alguma coisa, precisamos prestar atenção enquanto aquela informação é codificada.


Com o ritmo acelerado da vida contemporânea, essa temporalidade vivida acaba sendo afetada, assim como regime de memória e do esquecimento. A pressão temporal por eficiência e produtividade esgarça a experiência da duração, produzindo certa impaciência com relação ao tempo vivido, com suas lentidões e “desperdícios”.

Na pressa, deleta-se. Homo deletabilis. E as memórias não chegam nem a ser esquecidas nesse novo homem que emerge na contemporaneidade. Nascem, aí, os desmemoriados.


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